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21.3.15

Estréia de novela e seus memes.

E aí pessoal, tudo bem com vocês?


Nessa semana teve a estréia da novela das 21h "Babilônia" e como a gente sabe (também para quem não sabe) a internet é tão rápida que já surgiu diversos memes sobre a o primeiro capítulo da trama. Alguém assistiu?



O que eu quero dizer com esse post: são as reações do público, as expectativas do primeiro capítulo, aquela dúvida se vai ser uma boa novela ou não? Quais assunto serão abordados... Enfim, praticamente o Brasil para tudo para assistir o primeiro capítulo.



Sem falar dos bordões que já estão dando o que falar né? 

O que falar dessa novela que mal conheço mas já considero pakas?
Alguns até está na boca povo, o que chega a ser cômico.



Não estou disposta!!!


Então vamos lá ver o que a internet aprontou kkkk:






E outros mais que são bem hilários KKKK.
E aí gente, me contem... O que vocês acham dessa repercussão? E mais, o que acharam do primeiro capítulo da nova novela?

Porque pelo que eu fiquei sabendo, no final, todos ficaram assim:


Espero que tenham gostado do post bem descontraído.
Até a próxima!



7.3.15

Histórias em fotografia: As Fotonovelas


- Ei vó, me diz um tema que tem a ver com novela para eu falar no blog...
- Hm... Por que você não fala sobre as fotonovelas?


Bem, talvez muitas pessoas não saibam muito sobre esse assunto, mas as fotonovelas foram uma mídia de muito sucesso décadas atrás. A revista Capricho, por exemplo, começou apenas com fotonovelas. Esse tipo de literatura surgiu na Itália, com o nome de fotoromanzo em 8 de maio de 1947. O primeiro fotoromanzo foi "II mio sogno" ("Meu Sonho"), feito por Stefano Reda.

As fotonovelas são uma mídia precursora das novelas televisivas. Elas são histórias em quadrinhos que, em vez de ilustrações, utilizam fotografias. Entre os anos de 1950 e 1970, o público das fotonovelas chegou a milhões de leitores (em maior parte feminino) com as histórias publicadas em revistas com grande circulação em todo o país.

A revista Capricho, primeira revista feminina do Brasil e da editora Abril, foi um grande exemplo do sucesso que as fotonovelas alcançaram. No ano de 1956 a revista chegou a mais de 500.000 exemplares por edição, a maior tiragem de uma revista na América Latina até então. Contudo, a partir de uma pesquisa nos anos 1970, as revistas de fotonovelas só eram superadas, em termos de venda, pelos quadrinhos infantis. A revista Capricho vendia 273.050 exemplares quinzenalmente, apenas perdendo para “Pato Donald”, “Mickey” e “Tio Patinhas”. Os quadrinhos chegavam, em média, à quase 2 milhões de exemplares vendidos por mês. Outras revistas de fotonovelas importantes no Brasil era a Grande Hotel (Editora Vecchi) e a Sétimo Céu (Editora Bloch).



Sobre as histórias das fotonovelas, os personagens eram maniqueístas (havia divisão do bem e do mal, onde o personagem bom era sempre bom e o mau era sempre mau) e o enredo apresentava intrigas sentimentais de uma heroína normalmente de origem humilde. Isso é relacionável ao público, que era em sua maioria era feminino.

Na época, os meios de comunicação eram poucos e os que existiam atingiam apenas uma pequena parte da população, contudo, as revistas de fotonovelas eram vendidas de forma abrangente, tanto em bancas de grandes cidades, como em pequenas cidades, sendo assim mais fácil de chagar às mãos do público. E ainda tem o caso bem comum das revistas serem emprestadas para diversas pessoas. E as fotos novelas tinham uma influência, minha avó, por exemplo, quando jovem, era uma grande fã das fotonovelas da Capricho, tanto que o nome da minha mãe e do meu tio são de personagens de fotonovelas.

Raquel de Barros, em seu artigo “A revista da moça moderna”, fala que nas revistas de fotonovela eram anunciados produtos de limpezas, eletrodomésticos e até mesmo a moda (a partir do estilo das personagens da história). As garotas da época se vestiam e compravam produtos a partir da influência das fotonovelas. As revistas ainda também traziam muitas informações relacionadas ao teatro, ao cinema, à literatura, à culinária e outros assuntos.

Outras Curiosidades:

- No Brasil, a primeira revista de fotonovela publicada foi “Encanto – A romântica revista do amor” (04/11/1949), mas na época era chama de “foto-desenho”. A revista apresentava em seu primeiro volume das histórias “Almas Torturadas” de Albert Morris e “Os Dois Amores de Ana” de Ana Luce.

- A primeira fotonovela com atores representando foi publicada no volume 22 da Encanto (03/04/1950) com o título “Invencível Amor”, baseada no romance de W. Poliseno.

- A revista “Sétimo Céu” usava como atores além dos atores os cantores famosos da época: Roberto Carlos, Vanusa, Cauby Peixoto, Wanderlei Cardoso. E também usava atores da telenovela.


28.2.15

E a Radionovela?



Hoje vamos falar de algo que há muito tempo não vemos ouvimos : A radionovela.



Com certeza vocês já ouviram falar dela, principalmente quando se fala da época de ouro do rádio, que no Brasil se deu entre as décadas de 40 e 50, mas e hoje ? A radionovela foi praticamente extinta da programação das rádios a partir da década de 60, devido ao crescimento da televisão o rádio foi perdendo cada vez mais verba para a produção de suas novelas, que, consequentemente, foram rareando até chegarmos nos dias atuais, onde nós vemos pouquíssimas no rádio.

Em 1923 o rádio entrou no Brasil, era uma novidade muito cara, só as famílias mais ricas tinham acesso à ele, só quando o rádio se tornou mais acessível que as primeiras radionovelas, inspiradas em obras literárias, a primeira radionovela transmitida no Brasil foi Em Busca da Felicidade, que foi ao ar em 05 de junho de 1941 pela Rádio Nacional do Rio de Janeiro. 

Quem patrocinava as radionovelas eram anunciantes de produtos para o lar e produtos de beleza, visto que 69% do público era composto por mulheres, isso mudou bastante o modo como eram produzidos as novelas.



A introdução de mensagem publicitária 
provocou uma verdadeira metamorfose no veículo, que até então era erudito, instrutivo, “cultural”; parecia transformá-lo em popular órgão de lazer e diversão”.(TAVARES, 1999, p.55).








Com a popularização da radionovela mais rádios passaram a produzi-las e mais autores se tornaram conhecidos por seus trabalhos como Janete Clair e Ivani Ribeiro, aposto que você não sabia que elas começaram no rádio, mas um dos profissionais mais importantes era o que fazia a sonoplastia da novela, que tinha que ser feita ao vivo, então não podia dar nada errado, os atores podiam até errar uma fala, mas o sonoplasta errar o som era inadmissível, como se construiria a imagem na nossa cabeça se o som de chuva não parece de chuva? Pois é, não rola...



O fim vocês já imaginam, a produção das radionovelas era muito cara e com o surgimento da televisão os patrocínios migraram para lá e logo não tinham mais como produzir.

A radionovela sumiu aos poucos, mas suas histórias ganharam vida novamente na televisão, muitos atores e autores migraram do rádio para a televisão também e por fim a radionovela se transformou, hoje não a vemos escutamos da mesma forma que nossos pais ou avôs escutavam, normalmente podemos achar na internet para escutar online ou fazer download, produzido por estudantes e /ou profissionais que amam o meio radiofônico.

O fim da rádio novela nos faz pensar no fim da televisão, será que no futuro nossos netos vão ver novela apenas pela internet? Acho que não, mas teremos que esperar para ver.

7.2.15

Transtorno Mental nas telinhas + Mudanças.

E aí, pessoal? Beleza? Sei que demoramos... Algumas coisas ainda estão sendo ajeitadas e definidas... Mas, vamos direto ao assunto.

Sabemos que as novelas são consideradas um espelho da sociedade. Além de abordar de assuntos da forma padrão, “o que o povo quer ver", há um que é interessante levar em conta, o transtorno mental.

Bipolaridade, esquizofrenia, autismo, depressão... Falar desse tema é um pouco difícil, porém, as novelas (em especial, algumas) trataram da forma mais leve possível, alguns personagens chegaram a ser tornar parte principal das tramas e sendo muito bem aprovados pelo o público. Bom, alguns foram.
Seria tolice a minha não apresentar a vocês essas figuras que são e foram bem marcantes.


Salvador (Império, 2014)



O exemplo mais atual Salvador, o personagem presidiário e esquizofrênico que consegue expressar (extravasar, no caso) seus sentimentos através da pintura.

Tarso (Caminhos Das Índias, 2009)



Tarso, é de uma família desestruturada, um pai que o pressionava e ainda aguentava as futilidades da mãe, de acordo com a novela, ele acabou desenvolvendo assim a doença.

Tonho da Lua (Mulheres de Areia, 1993)



A segunda versão da novela nos apresenta Tonho, um deficiente mental que foi um personagem bastante aceito pelo público, por ser tão encantador, quem lembra? 

Linda (Amor à Vida, 2013)



Linda foi uma personagem autista que necessitava de muitos cuidados e atenção especial. Mostrava também suas limitações e suas crises... Até pintou um romance com um advogado, que tenta inseri-la na sociedade.

Pois é

Uma coisa importante: esses foram personagens que marcaram na época e/ou até hoje, mas não quer dizer que foi bem aceito pelo público. Um exemplo seria o caso da personagem Linda, que algumas pesquisas afirmaram que algumas mães que passam por isso com seus filhos, criticaram o jeito que foi abordado.

Achei uma matéria muito boa da Galileu. Eles entrevistaram uma psicóloga a respeito dessa personagem, confira aqui. Esclarece algumas coisas, achei interessante compartilhar com vocês.

É isso galera, eu espero que vocês tenham gostado. Até a próxima. :)

MUDANÇA MQMC: Mudou elenco e mudou o dia, cada um agora posta aos sábados, ou seja, SÁBADO É DIA DE POST. QUEM CURTIU? EU SIM :D


15.1.15

Novelas Brasileiras no Exterior

Já vimos em diversas postagens como a novela influencia o cotidiano de diversos brasileiros. Contudo, será que ela possui alguma influencia no exterior também?

De certo modo, Sim. As novelas brasileiras já foram exibidas em mais de 100 países. A novela Avenida Brasil (2012) até agora, tem o recorde de exportação, ela foi exportada para cerca de 124 países e dublada em 17 línguas. Pouco antes da copa, a novela Avenida Brasil foi exibida em diversos países, dentre eles, na França, que teve o primeiro capítulo exibido em uma festa organizada pela “France Ô” no clube parisiense “Favela Chic”.

Contudo, o sucesso das novelas brasileiras no exterior não vem de hoje. A trama Escrava Isaura (1976) também bateu recordes de exibições pelo mundo. Outras como Da Cor do Pecado (2004) e O Clone (2001) foram exportadas a quase 100 países nos últimos anos.


Veja algumas novelas com seus nomes em outras línguas:

Avenida Brasil (2012)
Cheias de Charme (2012)
Salve Jorge (2012/2013)

Bem, eu falei de vendas e exportação, mas vamos voltar ao assunto do ínicio da postagem, influência.
Dentre algumas curiosidades:

Fazendas não existem na Rússia, consequentemente a palavra também não existem no vocabulário Russo, porém, com a veiculação de uma novela tiveram que implantar não só o significado, mas também o equivalente da palavra em russo. Na Angola, uma praça foi nomeada "Roque Santeiro". Já na China, há quase 30 anos, os capítulos finais da novela A Escrava Isaura, de acordo com o jornalista Marcelo Duarte, fizeram o país parar. Quando ele esteve em Pequim, em 2008, levou uma foto da atriz Lucélia Santos e foi até um parque. Muitos chineses lembravam-se da escrava “Isola” (A pronúncia deles de Isaura).
Até mesmo mudança de hábitos, como em Portugal, que a procura por viagens para Marrocos e por aulas de dança do ventre aumentaram, a partir da novela O Clone.
No Equador, aproveitando a transmissão da novela Páginas da Vida (2006), em que uma das personagens (Clara, interpretada por Joana Mocarzel) possui Síndrome de Down, a TV equatoriana Ecuavisa criou uma campanha com o intuito de defender os direitos dos portadores da síndrome. Já nos Estados Unidos, por causa de Laços de Família (2000), um grupo também se mobilizou para doação de medula óssea.

Espero que você tenha gostado da postagem! o//

Caso queira saber mais sobre esse assunto, seguem abaixo as fontes. :D

Fontes:

14.1.15

O Meu Melhor Amigo




Quem tem animais de estimação sabe como eles são bons companheiros, engraçados, na maioria das vezes cheios de personalidade (pelo menos os meus bebês têm muita rs), mas já imaginou o seu melhor amigo em uma novela? Pois é, muitos cachorros, gatos, porcos, vacas são escalados junto com o elenco de atores, fazem parte da trama e muitas vezes têm papéis importantes na história, sem falar que é impossível não dar pelo menos um "awwwwn" quando os fofos aparecem na tela.

O autor Walcyr Carrasco é conhecido por colocar animais em suas novelas como fiéis companheiros dos seus donos, os bichinhos escutam os desabafos e são tratados com muito mimos e carinhos, como era com a pata Doralice, melhor amiga da Mirna (Fernanda Souza) na novela Alma Gêmea, a pata era tão mimada que até a casamento teve direito! Já em Chocolate com Pimenta a vaquinha Estrela era companhia do caipira Timóteo (Marcelo Novaes), ele sempre desabafava suas desilusões amorosas com ela e ela era uma ótima confidente, em outra novela, também do Walcyr Carrasco, O Cravo e a Rosa, Januário cuidava de sua porquinha como uma madame cuida dos seus poodle toys rs , levava ela pra todos os lugares e ainda comprava jóias pra ela ! Na mesma novela a Catarina desabafava com uma galinha que criava na fazenda de Petruchio. Isso só mostra como é importante a relação homem-animal na fazenda é igual à relação que nós temos com os nossos bichinhos aqui. <3

                                     

Mas se você acha que na vida dos bichos só tem moleza saiba que na novela América, o Quartz, cão-guia do Jatobar (Marcos Frota), um deficiente visual que amava muito seu cãozinho que o ajudava muito! 
Também tem umas historias tristes com bichos, em A Favorita a cadelinha Vilma foi morta pela vilã Flora, para se vingar do fotografo Zé Bob, ela matou a Vilma envenenada, uma cena horrível, em Belíssima, o gato do Murat, o Mustafá, deu um susto em todo mundo! Seu dono que era muito apegado a ele quase teve um infarto, ainda bem que logo foi encontrado \o/, todo mundo sabe que quando seu bichinho some não tem como ficar bem. 

                                           

Outro gato que deu o que falar foi o Yuri, o gato do Russo de Salve Jorge, o vilão podia maltratar muito as meninas que eram contrabandeadas para a Turquia, mas é inegável o amor que ele sentia por seu gato.

                                           

E gente, vocês conhecem a cadelinha Emily Bonates? Com certeza que sim! Essa linda já participou de Fina Estampa, ela era a Gabbana, da Tereza Cristina (Cristiane Torloni) e de Salve Jorge, onde ela era o xodó do elenco e bomba demais nas redes sociais, ela tem mais de 2 mil amigos e mantem contato com eles, muito linda, mas se você pensa que a vida dela é moleza não se engane! A Emily foi treinada desde filhote e participou de vários comerciais antes de se tornar uma famosa atriz de novelas, rs.


8.1.15

Novelas inspiradas em obras literárias

Sim, estamos de volta \o/. E digamos que esse recesso nos rendeu muita inspiração para conversarmos aqui ao longo desse ano novo, ok?

Falando em inspiração... Vocês viram que a Globo reprisou nessa semana a minissérie ''O Canto da Sereia''? Trata-se de uma adaptação do livro homônimo de Nelson Motta. Essa intertextualidade entre obras literárias e audiovisual é comum desde os primórdios da televisão

E no caso da dramaturgia brasileira há vários exemplos dessa relação. Pois, veremos que muitos livros literários  são usados como fontes para enredos e personagens que carregam consigo seus valores e significados. Os quais mobilizam o processo de construção de identidade não apenas de leitores, mas também de telespectadores.



Mas, adaptar a obra de um livro para o formato de novela não é tão simples quanto parece, pois implica uma determinada adequação de conteúdo, seja pelo o horário de transmissão, pela adaptação da nova linguagem(audiovisual) do meio ou até por questões comerciais. Por exemplo, Nelson Rodrigues foi adaptado para o horário das seis: o romance “O Homem Proibido” virou novela em 1982. Mas o resultado final pouco teve a ver com o livro do “Anjo Pornográfico”, já que o horário quase nada permitia da obra do autor. Rapadura é doce, mas não é mole não

E lógico, há também uma série de exemplos de adaptações que funcionaram. Começando pelos romances do século XIX que tiveram destaque não só em forma de folhetim, mas também nas telas das televisões. Como a obra literária ''Senhora'' de José de Alencar ganhou versões dramatúrgicas em diferentes décadas devido seu sucesso. 

Já discutimos sobre a influência do público nas novelas aqui, certo? (Se não, confere aí). Levando em conta esse feedback positivo do público, a Rede Globo, que antes  não tinha uma faixa tradicional de novelas nas 18h, inaugurou em 1975 uma programação dominada por adaptações da literatura brasileira no horário. Entre 1975 e 1982 foi ao ar um total de vinte produções – a maioria de época.  Foi esse horário que revelou autores como Manoel Carlos e Ruy Barbosa. 

Vamos lembrar alguns desses sucessos que foram veiculados nesse período:
Helena 
Exibida em 1975,  estreou a série de adaptações de obras literárias brasileiras no horário das 18 horas.  A novela é uma adaptação do livro de Machado de Assis.  E também ganhou uma nova versão em 1987 na TV Manchete.


Senhora 
Foi o primeiro romance de José de Alencar adaptado a tramadurgia e também o que ganhou mais versões na telinha.  Sua primeira adaptação foi em 1953 na TV Paulista. Já a versão de Gilberto Braga foi ao ar na Rede Globo em 1975, sendo a primeira novela das 18h exibida em cores. 


A Moreninha 
A adaptação do livro de Joaquim Manuel de Macedo foi exibida entre 1975-1976.


O Feijão e o Sonho 
A história de Orgenes Lessa foi adaptada para televisão em 1976 e foi um grande sucesso. 

Escrava Isaura
A novela baseada na obra homônima de Bernardo Guimarães é o maior sucesso de adaptação da tv brasileira. Foi exibida em 1976 e em 2004 a Rede Record fez uma nova adaptação.


Maria Maria 
Baseada no romance “Maria Dusá” de Lindolfo Rocha, a novela foi ao ar em 1978.


A Sucessora 
O livro de Carolina Nabuco ganhou sua versão novelística entre 1978-1979.


Cabocla 
O romance de Ribeiro Couto ganhou sua adaptação para televisão em 1979 e teve um remake em 2004. 


Ciranda de pedra 
A adaptação da obra de Lygia Fagundes Telles foi exibida em 1971 e também teve seu remake em 2008.


Outras adaptações ao longo das décadas:



Éramos seis 
A Obra literária de Maria José Dupré teve sua primeira adaptação na Record em 1958, depois em 1977 na Tupi e em 1994 no SBT exibe a última e mais recente adaptação (também reprisada em 2001). História linda e comovente <3

As Minas de Prata
O Romance de Alencar fez bastante sucesso na TV Excelsior em 1966. E tornou-se base da novela 'A Padroeira'' exibida em 2001 na Globo.

O Morro dos Ventos Uivantes 
A adaptação do livro de TV Excelsior foi exibida em 1967 na extinta TV Excelsior.

Os miseráveis 
O clássico do escritor Victor Hugo ganhou uma versão novelística em 1967 na Rede Bandeirantes, época que a emissora apresentava suas primeiras novelas.

Meu Pé de Laranja Lima
A obra de José Mauro de Vasconcelo foi adaptada na TV Tupi em 1970 e Rede Bandeirantes em 1980, além de ser reprisada na Fox Live em 2006.

Gabriela, Cravo e Canela 
Obra de Jorge Amado ganhou uma adaptação na Rede Globo em 1975 e um remake em 2012. Jorge Amado e José de Alencar são recordistas pelo visto, hein?

Sinhazinha Flô 
Novela exibida na Rede Globo em 1977 foi inspiradas nos romances ''Til'', ''A Viuvinha'' e ''O Sertanejo''.

Memórias de Amor 
A novela foi exibida em 1979 na Rede Globo era baseada no livro "O Ateneu" de Raul Pompeia.

Sinhá Moça 
A obra literária de Maria Dezonne Pacheco Fernandes ganhou sua adaptação na Rede Globo em 1986 e um remake em 2006.

Tieta 
Baseada no livro “Tieta do Agreste'' de Jorge Amado, a novela deu grande audiência entre 1989-1990.

As Três Maria
Baseada no romance de Rachel de Queiroz foi exibida em 1980 na Globo.

Olhai os Lírios do Campo
Baseada no romance de Érico Veríssimo também foi exibida em 1980 na Globo.

Porto dos milagres
Novela exibida em 2001 na Globo era inspirada em duas obras de Jorge Amado: “Mar Morto” e “A Descoberta da América pelos Turcos”

O Cravo e a Rosa
Inspirada no texto teatral “A Megera Indomada” de William Shaskepeare, a adaptação de Walcyr Carrasco foi ao ar na Rede Globo entre 2000-2001 e reprisada em 2003 e 2013. PARA A NOSSA ALEGRIA <3

Essas Mulheres 
A novela exibida em 2005 na Record era baseada na junção de 3 obras de José de Alencar: ''Senhora'', ''Diva'' e ''Lucíola''.  

Poder Paralelo
Novela inspirada no livro Honra ou Vendetta de Silvio Lancellotti foi exibida em 2009 na Record.

Ufa, achei que não ia acabar nunca. 
A literatura realmente parece ser uma fonte inesgotável para as dramaturgias brasileiras, quanto mais pesquisamos, mais encontramos. E para analisar algo é importante primeiro conhecer sua origem. 

Beijos, até a próxima.